” Prefiro Toddy ao tédio
Prefiro ser louco, prefiro ser rejeitado
do que me acomodar. Me desculpe a sinceridade e a força das palavras,
mas não quero o comum. Não suporto o normal. Não acredito que o
ocasional tédio dos afazeres “obrigatórios” de uma vida “feliz” são
suportáveis.
Acredito que a felicidade é companheira da
liberdade, da livre escolha. Não concordo com essa ideia que nos foi
incutida que para ser “feliz” é necessários fazer certas concessões.
Para merda com essa ideia. eu quero é tudo. Todo o prazer, todo amor,
todo o ar que caiba em meus pulmões.
Encontrar aquela mulher. Casar. Ter filhos. Morrer de tédio.
Não!
Essa não é a vida que eu quero viver. Não me entenda por mal, eu quero
eventualmente me casar, ter filhos. E é claro que quero encontrar a
mulher da minha vida. Mas eu não acredito que para isso seja preciso
aceitar o tédio como algo necessário.
Alguém me arruma um copo de Toddy. Não suporto ser anti-feliz.
[Flash 9 is required to listen to audio.]
8 plays
“PRA DAR UMA ANIMADA!” (Polemizando)
Existem por ai vários filmes, livros e até mesmo musicas, que falam sobre a “violência” Mas não a violência marginalizada,
(se é que existe uma violência civilizada), mas o que eu me refiro, por exemplo, o filme “CLUBE DA LUTA”, onde o personagem “jack”(Edward Norton), um pacifico investigador de seguros, com varios problemas emocionais, encontra na “luta a forma de eliminar seus problemas”.
Durante a sua vida inteira ele nunca havia se deparado com a situação de enfrentar alguém, desafiar alguém, ficar cara a cara com o problema.
E é disto que eu falo, e não de sair por ai “surrando” o primeiro que lhe xingar, mas sim a não fugir dos problemas que aparecem diariamente em nossas vidas.
Aquele vizinho insuportável que não lhe deixa dormir, problemas com a familia que você talvez ignore.
Mas espere ai, seria essa talvez a tal “Violência civilizada”?
Ando pensando muito nisto ultimamente, como podem notar. Apenas acho que nós mesmo deveríamos parar de temer a “ameaça” o “perigo”, não estou aqui, aconselhando ninguém a sair pela porta e iniciar uma briga, mas será que o certo é sempre fugir?
Aprendemos desde crianças que não devemos retrucar, devemos ignorar e seguir em frente,
mas eu penso diferente, acredito que pelo menos uma vez na vida, você deve parar e dizer:
- o que foi que você disse?
Você sabe o que é levar um soco na cara?
Sim você pode ser contra violência, eu também sou,
Mas confesso, que não sei se eu seria o mesmo, se nunca o tivesse dado, ou levado um soco alguma vez.
Particularmente acho ridículo ”brigar a toa”,
Você nunca saberá seus limites, se não os testa-los, e não pensem que eu estou aqui incentivando a violência, longe de mim,
Estou incentivando que você conheça seus proprios limites,
Após alguns socos você descobre que não é de vidro, você não se sente vivo, se não testar seus limites.
[Flash 9 is required to listen to audio.]
14 plays
Tão cansado desta carga pesada.
Estava carregando-a por tanto tempo.
Não sei o que quer de mim. Senhor, por favor deixe-me ser.
Rolando dados sobre minha cama do hotel”cara, me sinto tão bem por amar alguem” disse ela.”porque quando a noite vem fico com medo de ficar sozinha.”
E eu sei exatamente como e ser eu mesmo
E agora ela está cantando,”a felicidade sempre me assustou ate a morte.
Nunca tive nenhum amor para acariciar.
“Queridinha, para com essas lágrimas e seque estes olhos, eu vou estar bem aqui.
E eu realmente quero ficar esta noite, se você quiser me ter aqui.
Oh, oh, oh, oh Menininha você sabe que eu te amo muito.
Vamos com calma agora e acalmar-se.
Menininha, vamos pegar o caminho mais longo para casa.